a magia do reboot

A maior baba clichê, o já Kitsch “não desista nunca” tem um fundamento.

A egocentricidade do mundo é tanta que realmente não desistimos de mais nada. Mas o abismo entre não desistir e alcançar é longo.

A magia do reboot bem empregada nós renova o corpo e a alma. Parece que nascemos de novo e os novos projetos de vida finalmente começam a fazer sentido. As mudanças que fazemos, o jeito com que lidamos com determinada situação, a pró-atividade em algo que nos escondíamos, a coragem do campo novo sabendo que seu lar é o melhor lugar. O reboot é o que nos faz bem, nos move a evolução e melhoria do bem-estar. Ame. Simplesmente ame. Sem impecilhos, sem vergonha, sem mentiras, sem atuação.

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Quando o cansaço parece tomar conta do corpo, tiramos forças para aguentar as pisadas do cotidiano insólito que vivemos numa busca sem embasamento por novidades. NOVO. NOVO. NOVO! O novo por novo cansa, o novo por novo é insípido, o novo por novo é podre. Simplesmente pelo fato de se fazer algo novo por impulsão e por vício não significa que realmente estamos nos renovando. Pelo contrário, estamos nos poluindo. Não viva o novo. Não acredite em publicidade. E não use filtro solar.

Quando soubermos realmente a sutil diferença do novo e do reboot…

Bom, quando soubermos realmente a sutil diferença poderemos escrever sobre.

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