rotina

Penso em rotina como algo paradoxal.

Mas é! Não é?

Sei lá, às vezes me confundo em pensamentos. Um bom exercício é você ser observador e um pouco detalhista. Com isso a gente percebe como as pessoas se posicionam em determinada situação. Por exemplo, você percebe isso quando uma pessoa que você gosta de conversar 2 ou 3 vezes por semana – para aliviar o estresse acompanhado de uma refeição leve regada a bebida alcóolica no escurecer do dia e madrugada a fora – sempre repete a seguinte frase “nossa, podíamos fazer alguma coisa diferente!”. Tá. Vão me dizer que isso não é paradoxo? Já está na rotina da pessoa querer novidades.

Estudei uns textos bem totally crazy na faculdade nas aulas de criatividade. A profe resumiu o que ela queria passar em “o que fazer após a orgia?”. Tenso, né? A primeira vista. O conceito é que tudo que foi criado já foi criado (por mais redundante que isso possa ser). Tudo que é ‘novo’ é uma releitura e reciclagem do que já foi pensado e nada é puramente inédito. E é assim que a gente vive. Os sempre mesmos congressos discutindo os mesmos princípios mas essenciais para aumentar o seu know how. [quê?]

Chega dessa conversa. Ontem foi um ótimo dia, acordara bem e melhorara da minha febre. Gravei com meu querido amigo um curta que ficou bem bacana. Não me senti cansado como estava. Acho que isso voltará a ser a minha rotina. 🙂

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